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 Cabamacho
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[ Dilemas da vida moderna ] Outro dia, refestelava-me linguando uma cabeluda xoxota, quando lembrei-me dos saborosos torresmos vendidos no botequim de Zé de Du - o que, naturalmente, acendeu-me ainda mais o apetite, fazendo-me salivar raivosamente, qual cão hidrofóbico. A mucama, claro, agradeceu a ênfase no trato bucetal, muito embora, lá pelas tantas, tenha me empolgado de tal maneira, que enfiei-lhe os dentes em um dos grandes lábios. A conexão "buceta/torresmo", no entanto fez-me divagar acerca de um dilema: seriam veados, os tais vegetarianos? Assim, prezado leitor, pare com a auto-fornicação, desenfie o brinquedo que lhe flameja as nádegas e pense comigo, por um instante, não nos furtando a promover dialética aprofundada sobre o tema, de modo que consigamos um referencial científico que resolva este, que é um dos maiores mistérios de sempre - ao lado, é claro, do enigmático poder que tem a Hebe, de elevar-me o cacete ainda em dias de hoje. Obs: e antes que tragam-me argumentações contrapositórias sobre a dialética utilizada, alerto-lhes que este que vos fala não realizou degustação de cacetes para supor qual sabor os mesmos poderiam ter - o que não invalida a tese proposta, que segue: - Bucetas tem gosto de carne; - Legumes NÃO tem gosto de carne (a menos que tenham sido utilizados como apetrechos sexuais e, ainda assim, um homem que se preze jamais deve abocanhá-los); - Logo, legumes são para pederastas e simpatizantes. Assim, fez-se luz sobre mais um nebuloso dilema da sociedade contemporânea, retirando da mais completa obscuridade os praticantes de pansexualismo e seus seguidores. A nós, cabe acertar os cornos de vegans, macrobióticos e congêneres com dois ou treze safanões. É o que nos basta.
Cabamacho
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[ Viagra e a bola ] Dado como acabado, achincalhado pelo mulherio e os sub-mancebos de merda que formam o séquito Total Shape da moda de esqualidez. Já não andava em companhia de sua querida há tempos, pois esta última morria de vergonha de sua forma avantajada. Ele foi, então, atirado ao fundo do poço mais profundo, para que reavaliasse sua condição. Lá de baixo, jurou voltar, apesar dos contra-argumentos dos que o julgavam um velho impotente e sem tesão pela coisa – um pecado em tempos de medicina moderna. Eis que, fênix das fênix, Jesus Cristo redivivo, morto-desmorto pela empolgação diante da suculência da figura almejada, ele esfregou o seu instrumento de trabalho diante da estupefância de seus espectadores e provou, por a mais b, que “nós é nós e licuri é côco”. Ronaldo e a bola? Qual o quê. Estamos falando de seu Severinim, recém-descobridor do Viagra, e de sua inseparável mucama, a jega (recuso-me a utilizar o depreciativo "mula") de seu Onofre.
Cabamacho
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[ Sobre Caboges e Mandis ] Caríssimos irmãos e irmãs: daremos início a esta homilia com uma afirmativa do meu bem-aventurado caralho, depois de andanças mis: as bem-asseadas que me perdoem, mas um salutar aroma de carniça é fundamental para que se me erga o instrumento. Palavra da salvação. Isto posto, analisemos os porques. Nada contra as que perfumam a perseguida com óleos aromáticos de patchuli mas, que saibam desde já: nada há que sobreerga mais os apêndices masculinos que o delicioso aroma de bacalhau português. É tanto que, eu mesmo, descobri artifícios semelhantes com experiências movidas a mandis e caboges em salmouras improvisadas às margens do São Francisco, quando de minhas aventuras em Barra. Mas, divago. Desconheço representante da classe que fique de pau duro com cheiro de Lux Luxo, Dove ou similares (talvez um certo player, dum time de três cores, fique). Também não é para deixar a xota duas semanas sem ver água, alto lá! O ponto de equilíbrio entre os dois extremos ocorre num momento ímpar, de sublime poesia putaresca: ao chegar de uma atividade física aeróbica (caminhadas e que tais), a xoxota está com um aroma tal que, só de falar, me enrijece o brinquedo. Sugiro ao mulherio que façam-se um tanto quanto menos asseadas. Isto porque não tem graça alguma enfiar o pirulito num buquê de rosas. Estocar fortemente um pedaço de carne ligeiramente malcheirosa é, por sua vez, das atividades mais recompensadoras. Boas fodas a todos.
Cabamacho
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[ Amalgamassa ] Outro dia choquei alguns conservadores de merda ao bradar que, muito embora seja ferrenho apreciador do acre sabor de uma inigualável xoxota, às vezes prefiro tocar uma boa punheta do que dispender energia em algo que, já sei, não vai dar em merda nenhuma. Explico. Há bucetas e bucetas, fato. Umas valem ser comidas, outras o são pelas mais diferentes razões: caridade, preguiça - ou mesmo valentia desmedida. Em suma, umas merecem pica outras merecem pisa. Agora, pense na melhor xoxota que já tenha comido, fresco leitor. É memória vívida, quase onipresente, não? Vá mais longe, traga à mente o par de peitos mais chupáveis desde sempre. Sentiu-se um recém-nascido às portas de um rodízio? Pois é mais ou menos isso que sinto quando punheto à memória da buceta de Elinha, dos peitos de Francine e da bunda de Sílvia. Assim, mesmo, tudo junto, num amálgama de putaria tão perfeito que nem o viado do H.G. Wells e a puta da Mary Shelley conseguiriam fazer melhor. E, confesso, esforçando-me bem, ainda consigo ouvir a voz da viúva Detinha, berrando descontrolada, pra arrematar, classicamente: "Me fode a buceta, menino!"
Cabamacho
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[ Desafio Cabalístico: Viviane Araújo x Ana Hickmann ]
É tempo de renovar esta budega. Ânus passaram-se à minha frente e, como não sou de desperdiçar esculhambação, bombei freneticamente em todos os buracos possíveis. Mas, confesso, cansei - tanto que, após a carga de cus que me assoberbou o caralho, não sobrou-me fôlego sequer para tocar as minhas três habituais punhetas pós-foda, fodam-se.
Mas, divago.
É tempo de renovar, dizia. Assim, lanço aqui uma proposta que deve agradar não somente à cabroeira que visita este blogue, mas também à ala Ana Carolina do mulherio: o Desafio Cabalístico de mulheres comíveis. Protagonistas da contenda de hoje: Viviane Araújo x Ana Hickmann.
Fodamos primeiro a morena.
Viviane Araújo Profissão: Madrinha de bateria Medidas: Cara de puta; bons peitos, bicos tesos, mamilos túrgidos; bunda generosa, pernas largas, xoxota volumosa. Veredicto: Boa para caralho, duro e rijo - ou seja, o meu.
Ana Hickmann Profissão: As pernas mais compridas da TV. Medidas: Cara de puta sueca; peitos comuns; bunda parca, pernas compridas (nota a favor: penetração vertical facilitada), ligeiramente tísica. Veredicto: Fode-se, porém a diversão maior fica reservada para o fim: esporrar-lhe os cabelos.
Notas: Ana Hickmann pode até ser a deusa que nove entre dez brasileiros elegeria para passear de mãos dados no Shopping Center. E só. Mas não é capaz de despertar o caminhoneiro que em nós reside, como faz Viviane e sua indefectível cara de "me-coma-24-horas-por-dia-de-todas-as-formas-possíveis-até-escalavrar-lhe-o-caralho". Hoje, a sueca perdeu.
Na semana que vem, desafio de veteranas: Xuxa x Hebe.
Cabamacho
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[ Darwin que me chupe ] Há coisa de século criacionistas e evolucionistas engalfinham-se, cada qual com seu cada cu, protegendo o que lhes é mais grato, o olhinho de palhaço. A eles, meu protesto:
- Fodam-se, seus viados de merda!
De um lado, temos lá o inglês que, na mais absoluta falta do que fazer, resolveu sair por aí no século XIX, lagarteando a existência das espécies, medindo, apalpando e experimentando diversos membros robustos dos mais variados animais existentes. Soube até, recentemente, que esteve em pleno carnaval de Salvador, onde deve ter conhecido um cacetão mulato que lhe fez perder a fé. Levou, com este assunto, cinco longos anos. Não se pode ignorar fatores como este.
Do outro lado, uma xerox (aqui na Bahia não há cópias, há xerox) da igreja de Roma, sitiada na Inglaterra vitoriana, repleta de bispos, eclesiásticos e o caralho-a-quatro. Ora, bem sabemos que a principal atividade do clero, de tempos imemoriais até Padre Pinto, é alisar pirocas juvenis, num arroubo de pederastia tal que faria Mott corar.
Quero, com este texto, suscitar-lhes um mínimo de indignação quanto a estudos inúteis como o deste cidadão inglês e, com isso, arranjar patrocínio para um intento veramente científico, uma obra intitulada "A Orgia das Espécies", dedicado a pesquisar a putaria em seus mais diversos níveis. Minha obra é de tal relevância, que acho que vou solicitar apoio até ao Ministro da Cultura, caralho.
Cabamacho
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[ Sorte Grande ]
Sou mesmo um sujeito de muita sorte. Nada de conjecturas acerca de "cus virados pra lua" e que tais, que isso é coisa para os nascidos na fronteira com o Uruguai.
Mas, dizia, sou um afortunado. Tanto que quando Dodinha, mulher de Araújo, me telefonara avisando que o corno em questão viajaria num sábado a negócios pra Santa Maria da Vitória, meu amuleto enrijeceu-se, de teso e asinino vigor.
"E sábado" - completou a mucama - "ainda é meu aniversário!"
Araújo era homem de costumes e criação antigas. Em suma, só comparecia ao batente para procriar e havia quem dissesse que o neguinho, seu terceiro, era a cara de Aricanduva, da bodega em frente a sua casa. Mas era rico, havia construído um casarão gigantesco e dava boa vida a Dodinha.
Divago! Araújo saiu ao anoitecer de sábado. Cheguei por volta de 21:30 e avistei diversos bilhetes apaixonados por toda a casa. Prometi a mim mesmo esporrar sobre alguns. Dodinha recolhia a roupa suja, a pedido do seu marido (mais um de seus costumes estranhos, o fresco era uma prenda na lida doméstica, vôte), para levar à lavanderia, nos fundos de sua casa.
Até aí, foda-se. Engatei meu mastro e saí conduzindo Dodinha, presa à minha cintura, numa brincadeira de recolher peças de vestuário deveras prazerosa, as roupas empilhando-se em seu ventre e eu bombando freneticamente.
Nota: ao cheirar uma das calcinhas de Jamile, sua filha, 17 anos de perdição recém-completos, constatei já ser hora de a moça aprender o que é o amor - lá com o filho do Manuel Português.
Depois, claro, aprenderá o que é um caralho, quando eu lhe enterrar até os ovos, só para caçoar do pobre corno lusitano.
Finda a coleta, saímos os dois para a lavanderia, ela ainda suspensa pelo meu salame. Ao acender o interruptor, ouvimos, em uníssono:
"Parabéns pra você..."
Cabamacho
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[ Erudição porca ]
Devo dizer que ler os clássicos de Machado de Assis e Carlos Zéfiro em minha tenra adolescência não foi de todo perdido. Isto porque, para além de pica, mulheres adoram uma falsa erudição!
Sim, sim, basta-lhes um pequeno sopro de romantismo à moda antiga ao pé do escutador de novela e as pobres já se escangalham todas, as pernas bambas com um mero "Voulez vous coucher avec moi", num francês tão inequívoco que nem a Carla Bruni se furtaria a sugar-me os testículos.
Não foi fácil tornar-me a sumidade que agora lhes umedece os orifícios, contudo.
Enquanto os punheteiros da minha idade estavam esfrangalhando os instrumentos, vendo os peitos murchos da Linda Lovelace, eu achava que Goethe me renderia mais do que Mefistófeles houvera oferecido. Conhecimento de cu é rôla, Fausto!
Claro, sempre contei com a inépcia dos adeptos do "fast-fode", marombeiros e demais acéfalos de plantão.
Assim sendo, nunca foi tão fácil foder nesse Brasil de créus (!) e incréus.
Boa leitura a todos!
Cabamacho
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[ Vinde a mim os orifícios! ]
No que concerne a enterrar o pepino em buracos, este Caba não faz distinção de estampa. Lembrem-se: "Quantidade, esse menino. Quantidade."
Há espécimes raros aqui no Brejo Velho, todos eles veramente paudurescentes.
Como Luciene, grosas de adiposidade estufando-lhe os michelin, um arroubo de células cancerígenas. Luciene é do tipo que desperta o caminhoneiro que reside em cada um de nós - com exceção, dos são-paulinos, claro.
No outro extremo, há Maria Amélia, 17 aninhos recém-completos, filha de Zé Aroeira e postulante ao cargo de Ninfeta 2009. Ninfetas, por sua vez, requerem dose extra de paciência, para que não as façamos engolir os incisivos, com tanta exigência que fazem. Ocorre que, depois, esporramo-lhes o pixaim e tudo se amaina.
Ambas, porém, tem seu valor, sua finesse!
E, indagado qual dos dois tipos prefiro, respondo sempre com o mote de Mestre Wando, que já me deu trezentas mulé (amém, Elomar!):
"Do céu, urubu; do chão, cururu; e, de quatro, só escapam mesa e cadeira."
Cabamacho
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[ Catarinas ]
Outro dia, enquanto escalavrava as pregas de uma sujeita (cujo nome não conseguia discernir ser Paula ou Taís), parei para relembrar a catástrofe que acometeu o estado de Santa Catarina em 2008.
Atenção, putos: este é um exercício para poucos, uma técnica capaz de gerar nanossegundos de desconcentração - e assegurar minutos extra de diversão posterior.
Pois bem, lembrei da tragédia e constatei algo ainda mais perturbador, dado meu vasto conhecimento da fauna brasileira: jamais comi uma catarinense!
Modéstia à parte, geografia brasileira é disciplina que ostento dominar, tendo enrabado desde belas gaúchas e suas róseas tetas até pigméias piauienses, as melhores boqueteiras deste Brasil varonil - depois da Babi Xavier e sua boca de tucunaré.
Jamais, contudo, comi uma catarinense, hercúleos nabos me arrebentem as pregas à força de estocadas! Soubesse meu pai de semelhante desonra, haveria de deserdar-me, por certo!
Assim, passa a ser esta a minha resolução de ano-novo (e não mais essa idiotice de comprar um carro, caralho): comerei uma catarinense em 2009.
Interessadas, enviem contato com fotos, preferencialmente, bunda e peitos (quero-as para foder, devo lembrar-lhes, não para desfilarmos de mãos dadas).
Cabamacho
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[ Ânus Novo ]
Bichas leitoras! É com imensa alegria que volto a este putrefato, malodoro e esclavrado blog para dizer-lhes: feliz entrada de ano para todos. Prometo passar mais uns bons meses sem aporrinhar-lhes muito!
Cabamacho
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