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 Cabamacho
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De quatro em quatro
Vejo que a periodicidade deste periódico adquiriu ares de viadagem periódica com o intervalo de quatro dias que se criou entre as últimas postagens.
Pois eis o que tenho a dizer sobre o tema: vão tomar no cu.
Escrito por Cabamacho às 23h19
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Bucetas são bucetas, ora porra!
Os valores de um homem são e devem ser sempre seu mote de vida. Daí a justificativa que me move o caralho: jamais diga "não" a uma xota.
Ora vejam, o sujeito que enjeita uma buceta por qualquer motivo que não seja um atestado comprobatório de HIV positivo, só pode estar prestes a empachar o próprio rabo de colossais rôlas eqüestres. Como sabe todo iniciado na literatura rodrigueana, "bucetas são bucetas, o resto é pederastia".
Conheço rapaz que, exigente, do alto de sua vivida experiência, passa por períodos de estiagem de causar inveja em muito celibatário que vejo por aí (com exceção, talvez, de Father Dick, que fez muito neguinho em Soterópolis agarrar-lhe o cajado) apenas por considerar ser mister desfilar de mãos dadas com a xoxota eleita pelo bairro.
Pois o tal rapaz, em uma de suas últimas investidas, há alguns meses(!), delongou-se tanto a dar início às tratativas da foda que deu com os cornos na parede, porque passou a despachar na "prefeitura da amizade", terror de todo e qualquer fodedor que se preze - qualquer dia volto ao tema, para alegria dos viados de plantão.
Moral da história: quem tenta escolher buceta a dedo, acaba ficando na mão.
Escrito por Cabamacho às 23h16
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La nouvelle-vieille art
Não é segredo para mais ninguém que o sertanejo é, antes de tudo, um punheteiro. Ipsis literis.
Não por acesso de auto-piedade, egoísmo ou coisa que o valha, dada a fartura de cabritas e bananeiras que ornam o sertão da Bahia nos tempos atuais (Leitores, foder o caule de uma bananeira é assaz reconfortante. Recomendo.).
Ocorre que nascemos tarados pela própria natureza. E inventamos e reinventamos técnicas milenares de onanismo punhetista devido a esse nosso gosto pela inovação.
O ato de sentar na mão, por exemplo. Durante séculos mal-visto, graças às viadejantes investidas de alguns franceses do século XIV que, fingindo adormecer os dedos para o sacrossanto cinco-contra-um, aproveitavam a distração alheia e (homessa!) punham-se a escrutinar os próprios cus (sem acento, como cabe na ortografia dos gênios). É claro que acabaram na fogueira.
Não só ressuscitamos a técnica como a aprimoramos. O asno leitor questiona-se, neste exato segundo, quais sejam os detalhes que cercam esta mais recente empreitada da vanguarda nordestina, notória contribuinte de bonanças para a história da humanidade - com exceção, talvez, de Caetano Veloso.
Cansanção pras mãos e queijo velho pro nariz. É tudo de que o nordestino precisa pra ser feliz. Além, é claro, de uma foto da Cláudia Ohana, porque imaginação tem limites.
Escrito por Cabamacho às 18h21
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