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Cabamacho


Dize-me o que comes
Aqui pras bandas do Brejo Velho come-se muito bem, obrigado. Ainda que a filha mais nova de Nonô dos Couros não tenha entrado no circuito da fodelança, somos muito bem servidos no quesito diversidade. Portanto, baitôlo leitor, desligue o disco do Culture Club, guarde a pinça e as unhas postiças e aprecie o desfile de beldades.

Ah, Totinha... Um olho no gato, outro no rato. Um braço mais curto que o outro. Uma lady. Quando faço-lhe tocar-me uma bronha com o tal braço curto, então, fica num sobe-e-desce tão frenético que mais parece girar uma manivela. Ou quando resolvo arrombar-lhe os fundilhos e ela, de quatro, fica caindo para o lado do tal braço manco a cada estocada. Um verdadeiro playground. Claro que me apaixonei, caralho.

Temos ainda Lola - a quem fizemos o favor de rebatizar, com o nome de seu brinquedo favorito, num trocadilho meia-boca, mas apropriadíssimo. Pois, Lola é viciada em descabelar mandiocas. Certa vez, durante um boquete, quase esfolou-me o caralho - o que lhe custou dois incisivos, deixando-a ainda mais charmosa. O único porém é que a tal fulana gosta de se apaixonar enquanto recebe nas pregas. "Diz que me ama, Caba!!!!". Tara escrota da porra.

Por fim, temos ainda Dona Cota (mais um trocadilho fácil), velha de noventa e poucos anos, buceta ressequida pela inexorável ação do tempo. Não há KY que dê jeito naquele Atacama. Dona Cota, aliás, prefere os dias de chuva, quando a umidade facilita-lhe a fornicação. Umas boas chupadas em sua quase secular xoxota certamente ajudam, mas quando a aridez teima em permanecer, costumo regurgitar para ajudar na lubrificação - e digo que vomitei por causa do cheiro de carniça, só para caçoar da pobre velha.

Enfim, variedade é o que temos de sobra.

Escrito por Cabamacho às 06h02
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